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O que fazer em Amsterdam #2

Keukenhof, passeio de barco pelos canais, comida tradicional holandesa e a melhor torta de maçã da cidade protagonizaram nosso roteiro no segundo dia em Amsterdam


Como nosso hotel não tinha café-da-manhã incluso da diária, pesquisei alguns lugares para fazer nossa primeira refeição do dia (já que eu não consigo ficar sem café-da-manhã hehehe).


Eu já tinha lido sobre a melhor (ou, ao menos, mais famosa) torta de maçã da cidade, a torta do Winkel 43. Confesso que estava com receio de pegar filas gigantescas, mas resolvi arriscar, considerando que outros lugares próximos do nosso hotel só abririam mais tarde (lá pelas 09h), que o Winkel 43 não era tão longe assim e que nesse dia, nosso único passeio programado era a visita ao Keukenhof, o parque sazonal de flores (falarei mais sobre ele abaixo).


Assim, lá pelas 08h30, fomos para o Winkel 43 e foi uma decisão SUPER acertada: o lugar estava relativamente cheio, mas ainda tinha mesa disponível, e logo vieram nos atender, falando em inglês e com o cardápio todo traduzido \o/


Eu pedi um vegetarian club sandwich; meu esposo pediu um breakfast special e, olha, foi comida hein! Em um primeiro momento eu tinha achado o tal vegetarian club sandwich caro, mas na hora que o pedido chegou, entendi o porquê do preço: não é um único sanduíche e sim um prato, com quatro mini-saduíches, cada um com três camadas de pão e recheio, além de uma mini saladinha! Não fosse o horário, poderia facilmente ser meu almoço! O pedido do meu esposo também era bem generoso: um pão tipo baguete (crocante por fora e macio por dentro) recheado com ovo, bacon e queijo, uma xícara de caf­é expresso e um copo pequeno de suco de laranja (não, não chega perto do brasileiro – já aviso para integrantes da seita “adoradores de suco-de-laranja” não criarem expectativas).

Depois, claro, pedimos a tal torta de maçã. Eu estava bem satisfeita por conta do club sandwich, mas não queria perder a chance de provar o item mais famoso da casa – principalmente quando 90% das mesas ao redor estavam comendo a tal torta e ela tinha uma cara maravilhosa! Não resisti e pedi mesmo (a dieta podia esperar!).


E...? Simplesmente SENSACIONAL! A massa tem sabor de biscoito e a textura fica entre o crocante da massa podre e o macio de uma torta tradicional. As maçãs do recheio parecem levemente cozidas com canela! Além disso, o creme que acompanha a torta é tipo chantilly, mas daqueles feitos com creme de leite fresco, sabe? A combinação é deliciosa e doce na medida certa – tanto que, uns dias depois, voltamos, pegamos fila, mas comemos novamente a torta pra nos despedir de Amsterdam! A fatia é bem servida: eu e meu esposo dividimos, comendo bem, sem desperdiçar nada!


Outra vantagem do Winkel 43 é que ele tem horário bem estendido (segunda-feira, das 07h a 01h; de terça a sexta, das 08h às 01h, sexta das 08h às 03h; sábado, as 07h às 03h e domingo, das 10h a 01h) e serve café-da-manhã, almoço e janta, além de chás, cafés e drinks. Assim, você pode dar uma passadinha lá durante qualquer andança pelo bairro Jordaan.


Abaixo, fotos do meu vegetarian club sandwich;, da torta de maca e da nossa conta final no winkel 43.

Do Winkel 43, fomos a pé para a estação Amsterdam Centraal, onde pegaríamos o trem até o aeroporto Schiphol. Isso porque compramos o combi ticket para a visita ao Keukenhof, um tipo de ingresso que incluía o translado a partir do aeroporto (em ônibus do próprio parque) + entrada para o parque.


Fachada da estação Amsterdam Centraal, onde pegamos o trem para o aeroporto Schiphol.

De cara, já avistamos algumas maquininhas para comprar os tickets. Porém, não tínhamos moedas suficientes para pagar (€20 por duas idas e duas voltas – ou seja, 4 tickets) e as máquinas não aceitavam notas. Além disso, não queríamos pagar com cartão por causa do maldito 6,38% de IOF. Assim, adentramos a estação e começamos a procurar uma máquina ou guichê que aceitasse pagamento em dinheiro e... conseguimos! Infelizmente, na correria e na preocupação de achar o tal guichê, não tiramos foto do lugar, mas, entrando na estação pela frente, os guichês ficarão à esquerda. Você vai ver placas indicando venda de bilhetes internacionais, mas foi lá mesmo que compramos: entramos na fila e, na nossa vez, dissemos (em inglês) que queríamos bilhetes de ida e volta (round trip) para o Aeroporto de Schiphol.


Para achar o trem/plataforma, usamos (assim como em praticamente todas as outras vezes que andamos de transporte público nessa #eurotrip2019) uma combinação das informações do aplicativo Citymapper (que já havia mencionado no post de Londres) e as informações da própria estação. Primeiro consultávamos o aplicativo – que fornecia tempo de viagem, nome da linha (tipo, trem “de X” “para Y”), nome da empresa (ex.: Sprinter) e número da plataforma. Depois, olhávamos nos painéis das estações só pra confirmar e, batendo as informações, entrávamos no trem/metrô. Exagero? Talvez. Mas, melhor prevenir do que ficar perdido =D


A viagem da estação Amsterdam Centraal para o aeroporto Schiphol dura cerca de 30 minutos e, como não era horário de pico (lá pelas 09h30), fomos sentados. Descendo na estação do Aeroporto, basta subir as escadas rolantes (ou elevador) e você estará literalmente no meio do saguão; não precisa atravessar rua, mudar de terminal, nem nada.

Siga pelo corredor lateral, como se fosse sair do Aeroporto, em direção ao “Arrivals hall 4”; você vai passar por um mercado Albert Heijn, Starbucks etc e vai começar a ver cartazes do Keukenhof. Saia por uma grande porta giratória dupla e logo você verá a demarcação do local para fazer fila para o embarque. O mapa abaixo pode te ajudar a se situar:


Se ver um ônibus partindo, não se desespere, pois outro sairá em cerca de 8 minutos. São vários e vários ônibus por hora: eles encostam, lotam (fomos na ida e na volta a pé – a prioridade para sentar é dos idosos e dos pais com crianças no colo, ok?) e partem, direto, sem paradas, até o Keukenhof, em uma viagem que dura de 30 a 40 minutos.

Vista dos campos de tulipas, já chegando em Lisse, cidade onde fica o Keukenhof.

IMPORTANTE:

1) Compramos, pela Internet, o ingresso “Adult combi entrance + return busticket from Haarlem, Hoofddorp, Schiphol or Leiden”. Custou €25 (preço de abril/2019) e foi válido para uma visita, em qualquer dia, durante a temporada do parque - que, em 2019, foi de 21 de março a 19 de maio. Não precisa marcar data nem horário: simplesmente escolha um dia e vá.


ATENÇÃO: em 2020, o parque estará aberto de 21 de março a 10 de Maio! Já dá pra começar a planejar a sua viagem! =D


2) Guarde o ingresso com você durante todo o tempo, pois ele é exigido para entrar no ônibus (na ida E na volta) e para entrar no parque!


3) Embora estejam emitidos no nome da mesma pessoa (o comprador – no nosso caso, meu esposo), cada ingresso possui um código diferente. Eu fiquei bem paranoica com esse negócio de os ingressos estarem todos em nome de uma pessoa, achando que tinha feito alguma coisa errada na hora da compra, inserido alguma informação no campo errado, com medo de ter problemas etc etc etc. Mas deu tudo certo com todos os ingressos: Museu Van Gogh, Catedral de Saint Paul, London Eye, Tower of London e Keukenhof; todos saíram no nome de uma só pessoa, mas permitiram a entrada de nós dois. Só os tickets de trem foram nominais mesmo.


Chegando ao Keukenhof, fomos direto para a fila de entrada – que não estava grande e foi bem rápida. No local, existe guarda-volumes, banheiros e uma lojinha – mas você encontra outros banheiros e lojinhas (bem como quiosques de sorvete, lanchonetes e restaurantes) espalhados pelo parque. Pegamos um mapa (gratuito) e partimos para o passeio.

Entrada principal do Keukenhof, em Lisse, na Holanda. Juro que esse céu não é filtro!

Não existe uma rota específica a seguir: são vários caminhos, pavilhões e cantinhos muito charmosos para explorar, sem uma ordem a seguir! Por isso, olhamos no mapa quais pavilhões gostaríamos de visitar e fomos zigue-zagueando até chegar em cada um deles, parando para bater fotos e apreciar a paisagem.


Minha opinião sobre esse passeio: vale MUITO a pena! É simplesmente maravilhoso!


Confesso que eu, que só tinha visto tulipas umas 3 vezes na vida (afinal, moro no Centro-Oeste do Brasil) e nem curto muito jardinagem ou flores, cheguei a ficar emocionada com tanta beleza! Além disso, eu tenho fobia de borboletas e mariposas – logo, corria o risco de ir ao parque e passar o tempo todo desesperada, fugindo de borboleta (porque é tipo o pavor de altura, avião ou agulha que algumas pessoas tem, só que eu tenho com qual-quer tipo de borboleta e mariposa). “E porque diabos você foi?” Porque não ouvi nem li um único relato sequer de gente que foi e não gostou ou achou que não vale a pena. Por isso, resolvi arriscar!


Ainda bem que eu corri esse risco! O lugar é de uma beleza de encher os olhos e tocar o coração! Ao contrário do que eu imaginava, não são apenas plantações ou canteiros com tulipas, mas sim composições de flores, espalhadas por todo o parque, dos mais variados tipos e cores. Além das fontes e de um moinho de vento, existem pavilhões temáticos (um deles era destinado a orquídeas, outro conta a história da paixão pelas tulipas, outro exibe as mais diversas variedades de tulipas – sim, são centenas de tipos de tulipas!) e assim por diante.


Se as imagens valem por mil palavras, aqui vão algumas fotos (sem retoques nem filtros) para você tirar sua própria conclusão!

Lago e flores do Keukenhof

São flores e paisagens encantadoras...

Além de espaços lúdicos, interativos e, claro, super fotogênicos...



Algumas informações a mais sobre o Keukenhof:

- O Keukenhof também é conhecido como “Jardim da Europa” e, na verdade, fica na cidade de Lisse (e não em Amsterdam propriamente dita);

- Em 2019, o tema do parque foi “Flower Power”; em 2018, havia sido “Romance in flowers”. Todo ano eles selecionam um tema – logo, você não vai ver os mesmos cenários e criações todos os anos;

- Embora fique aberto durante 8 semanas, recomenda-se ir no meio da temporada (ou seja, meados de abril), para tentar pegar as flores abertas em seu máximo. De fato, nós fomos no início de abril (09/04) e alguns canteiros estavam com falhas porque nem todas as flores haviam desabrochado – porém, nada que tenha prejudicado a experiência ou comprometido o visual incrível!

- Para criar essas paisagens espetaculares, são plantados 7 MILHÕES de bulbos de flores;

- O objetivo do Keukenhof é ser também uma “vitrine”, expondo tudo o que o setor de floricultura da Holanda tem a oferecer; são 100 empresas participantes, que podem utilizar o parque como catálogo vivo de seus produtos e aproveitar a oportunidade para expandir seu networking e realizar encontros comerciais;

- Também é possível fazer um passeio de barco (saídas no moinho de vento) ou alugar bicicletas para percorrer os campos de tulipas que ficam nos arredores do Keukenhof.

Durante nosso passeio, fizemos uma pausa para o almoço: uma lasanha (pequena), um prato de massa (médio), uma porção de batata frita (razoável para uma pessoa e um tanto pequena para duas) e dois refrigerantes. Sinceramente, eu achei caro (€28) e não estava muito gostoso. Serviu para matar a fome, mas se você estiver a fim de economizar, sugiro levar lanchinhos na bolsa/mochila e sentar em algum cantinho para fazer um piquenique apreciando o apreciando o visual. Acredito que o custo-benefício será bem melhor! Fora isso, compramos apenas uns imãs de souvenir.

Terminamos nosso passeio e embarcamos de volta para Amsterdam por volta das 16h.


Como estava cedo e o sol estava se pondo depois das 20h, resolvemos tentar fazer um passeio de barco pelos canais de Amsterdam.


A recepcionista do nosso hotel tinha sugerido o passeio com o pessoal do Those Dam Guys para ter uma experiência mais intimista e divertida. Segundo ela nos explicou, eles realizam o famoso tour pelos canais de Amsterdam em um barco menor; você pode levar suas bebidas e, durante o percurso, os guys vão contando curiosidades e tirando dúvidas sobre a cidade. Como estávamos com o tempo meio contado no nosso roteiro, acabamos optando por um tour mais convencional e comercial, que é realizado em barcos maiores, com explicações por meio de audioguias e, como descobrimos, sem necessidade de reserva prévia.


Optamos pela Lovers Canal Cruises, já que tínhamos um voucher de desconto que pegamos no hotel. Aliás, aqui fica outra dica: dê uma olhada na recepção e nos halls do seu hotel. No nosso, tinha desconto para atrações, restaurantes (drink grátis no Wagamama, na compra de um prato principal; desconto de €2 na entrada do Museu dos Canais) e até para o Hard Rock Café (um hot fudge sundae de brinde na compra de um prato principal). No nosso caso, o voucher deu €2 de desconto e pagamos €13 por pessoa no passeio de barco (embora o site informe que esse é o valor geral do ticket mesmo).


Não foi preciso agendar horário ou reservar vaga. Compramos o ingresso às 18h e pretendíamos fazer o passeio lá pelas 20h (para pegar o momento do entardecer e uma parte da noite, já que o tour dura cerca de 1h). Segundo a funcionária nos orientou, basta ficar esperando no píer de embarque. Se o barco lotar, você espera pelo próximo. Porém, como a Lovers tem muuuuuuitos barcos, quando um sai para o passeio, outro já encosta e começa a embarcar os passageiros. Tanto a bilheteria quanto o local de embarque ficam bem próximos à estação Amsterdam Centraal.


Como estava cedo (18 horas era tipo nosso 16h em termos de sol), fomos... jantar! Pois é, o pessoal lá em Amsterdam janta cedo. É normal passar 18h30 na frente dos restaurantes e ter gente jantando (comida mesmo, com vinho e tudo)!


Sendo assim, pegamos um tram e fomos para o Moeders (Rozengracht 251 – aberto apenas para jantar), um restaurante que serve comida tradicional holandesa e é simplesmente sensacional - a começar pela decoração, feita com retratos de mães, levados pelos clientes do restaurante. Você também pode levar uma foto da sua mãe para contribuir e homenageá-la!


Estávamos na dúvida do que pedir (tantas coisas pareciam apetitosas e nossa curiosidade queria provar praticamente tudo que estava no cardápio). Então, pedimos o Dutch Ricedish, que é um mix de várias comidas: batatas cozidas, purê de batata, molho de maçã, carne cozida (salgada e agridoce), linguiça... A orientação da atendente foi: simplesmente misture tudo! Aliás, o atendimento foi super simpático (em inglês também).

Decoração do Moeders e o mix de comida tradicional holandesa que provamos.


A comida estava DE-LI-CIO-SA! Por incrível que pareça, misturar a carne, as batatas e o molho de maçã ficou realmente gostoso! E não se deixe enganar pela foto: as porções parecem pequenas, mas acabam sendo suficientes para se fartar!


A conta final (cerveja + coca + “menu degustação” para duas pessoas) ficou em €46,25 (preços em abril/2019). Não é barato, mas recomendamos por todo o conjunto: lugar interessante, bom atendimento e comida deliciosa!


Devidamente jantados, pegamos o tram e voltamos para o ponto de embarque do passeio de barco, por volta das 19h30. Nosso plano era esperar o barco seguinte, para iniciarmos o passeio por volta das 20h. Contudo, o funcionário perguntou porquê não iríamos embarcar naquele barco e informamos que queríamos fazer o passeio em um horário que permitisse pegar o pôr-do-sol. Ele nos orientou, então, a embarcar naquele mesmo, pois era um bom horário, com a luminosidade ideal. Resolvemos arriscar e, embora, claro, pudesse ser conversa fiada do funcionário (que queria ver aquele barco lotar logo para partir), acabou sendo uma boa recomendação: conseguimos passear pelos canais de Amsterdam com um pouco de luz do dia e também à noite, já com as luzes da cidade acesas.


O charme de Amsterdam na perspectiva do passeio de barco. Sem retoques, sem filtros!


Nossa avaliação:

1) O barco quase não balança e é confortável: possui uma parte coberta, toda fechada (que proporciona abrigo contra frio, vento e chuva) e outra parte semiaberta (com teto, mas laterais abertas). Nós optamos por ir nessa última para ter a vista livre (inclusive para fotos). Se essa for sua opção, uma dica: seja bem precavido com o agasalho! Nós não estávamos com frio nenhum até então e era primavera. Porém, conforme o sol foi se pondo, o frio foi aumentando (e nem estava ventando tanto assim) e o conjunto fleece + casaco impermeável + jeans + tênis foi deixando de ser suficiente. Além disso, a água contribui para reduzir a sensação térmica. Resultado: no final, eu e meu esposo (que é mais calorento do que eu) estávamos tremendo! Se eu estivesse com uma legging (ou calça térmica) por baixo + cachecol, creio que não teria passado frio. Por isso, fica a dica: caso vá fazer esse passeio no final do dia ou à noite, redobre o cuidado com as roupas para ficar confortável durante todo o percurso.


Confira nesse post todas as dicas de roupas de inverno!


2) O audioguia é razoável: as explicações são bastante completas e estão disponíveis em vários idiomas (inclusive português). Minha única ressalva é que, por vezes, o áudio parece não estar sincronizado com o passeio (ou seja: parecia que estávamos recebendo uma informação que não condizia com o lugar em que efetivamente estávamos).


3) Onde sentar: sentamos do lado do piloto, na parte de trás do barco. Contudo, caso você queira ter uma visão, digamos, “mais desimpedida” e tirar muitas fotos, recomendo ficar em um dos cantos do barco. Assim você pode apreciar a paisagem e bater fotos dos dois lados do canal. No nosso caso, às vezes, não conseguíamos enxergar bem algum atrativo que estava do lado direito do barco (lembrando que o barco normalmente sai com a lotação máxima e você não consegue ficar “pulando” de um assento para o outro para ter a melhor visão).


Parte de trás do barco (semiaberta) e os fones para o audioguia.

Conclusão: adoramos o passeio! Apesar dos pesares (como o frio ao final), Amsterdam é linda e vê-la desse outro ângulo (principalmente as casas-barco e a iluminação de algumas pontes) é muito especial. Eu gostei, particularmente, da visão da cidade iluminada, com aqueles predinhos tão charmosos e típicos de Amsterdam ganhando luz! O custo-benefício também foi muito bom!


E assim, encerramos mais um dia inesquecível na Holanda!


Segue a lista dos gastos do dia (preços de abril/2019)

- Café-da-manhã no Winkel 43: €20

- Tickets de trem para o aeroporto de Schiphol: €20

- Sorvete no Keukenhof: €2,50

- Almoço no Keukenhof: €28,15

- Souvenir no Keukenhof (três imãs): €10

- Tickets de tram: €12,20

- Passeio de barco pelos canais: €26

- Janta no Moeders: €46,25

- Compras no Albert Heijn: €10

Total para DUAS pessoas: € 175,10


O que você achou do nosso roteiro? Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários!


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